ASAS 1977-1990
ASAS 1997-1998
PARELHA DA CRUZ DE CRISTO
ASAS 2005
ASAS 2006
ASAS 2007
ASAS 2008
ASAS 1977-1990


PARTE 1 PARTE 2



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ASAS 1997-98
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A importante fase de reestruturação que ocorreu na FAP no início dos anos 90 levou ao "phase-out" do T-37C e ao interregno da Patrulha.
Em 1997 e 1998 a Patrulha voou de novo, desta vez equipada com aeronaves Alpha-Jet e integrada na Esquadra 103 - Caracóis, sendo constituída por 7 oficiais pilotos aviadores e por uma equipa de manutenção.
A primeira aparição pública com o Alpha-Jet foi em 27 de Junho de 1997 em Sintra, nas comemorações do 45º aniversário da Força Aérea.
Tinha como missão representar a FAP em festivais nacionais e internacionais, projectando uma imagem de proficiência e tecnicismo, contribuindo para a sua divulgação e suscitando vocações entre a juventude.
Por razões logísticas, a Patrulha Asas de Portugal foi desactivada em 1998.
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PARELHA DA CRUZ DE CRISTO
O regresso da acrobacia baixa à Força Aérea Portuguesa
Alinhados na pista com autorização para descolar... uma última vez verificam o QFE introduzido e o altímetro a marcar zero, uma última vez verificam a configuração e os instrumentos dos motores.
Para trás ficou o “briefing” da missão onde foram revistos os objectivos para o treino e todos os aspectos a serem especificamente melhorados neste voo. Para terminar a preparação fazem um “voo de cadeira”onde simulam em conjunto cada movimento que vão executar como se de um voo realmente se tratasse.
Tal como hoje, costumam treinar cedo, antes das outras esquadras iniciarem a sua actividade normal, além disso de manhã têm maior capacidade de concentração e frescura física e o treino rende mais. São 35 minutos de voo exigente, em que cada segundo conta e requer uma atenção extrema.
A meteorologia vai estar boa, as nuvens estão altas, não existe turbulência e o vento não é significativo... vai ser um bom treino.
“Embalar motores siga...” o chefe olha para o asa a confirmar que ambos estão prontos e após um sinal afirmativo... “travões siga... trem siga... a subir e a voltar... slot siga!!...” transmite o chefe ao asa durante os primeiros 30 segundos da sequência. São comunicações habituais entre eles. É como uma conversa em que o chefe da parelha informa o asa do que vai acontecendo, sincronizando os movimentos com as vozes. E a formação continua assim durante mais 12 minutos, numa simbiose perfeita, em que cada momento foi devidamente estudado, planeado e repetido vezes sem conta.
Por restrições de combustível fazem duas sequências completas corrigindo entre a primeira e a segunda algo que tenha corrido menos bem. Não aceitam nada menos que a perfeição, por isso, voo após voo, tentam eliminar os pequenos erros que sempre acontecem e que são imperceptíveis do chão. Sabem que têm o apoio de todos e que as expectativas são grandes.
Procuram retribuir com o tecnicismo e exigência das suas manobras o esforço daqueles que, semana após semana, lhes preparam os aviões e tudo fazem para que este projecto seja um sucesso para a Força Aérea.

História recente
Depois de uma extraordinária Era dos“Asas de Portugal”, em T-37C, marcante de gerações de pilotos e entusiastas da aviação, reaparecem em 1997 os novos “Asas”, uma patrulha de seis aviões Alpha Jet nascida no seio da Esquadra 103 - “Caracóis”.
A nova formação exibiu-se no 45º Aniversário da Força Aérea e durante o festival aéreo que assinalou a inauguração da Aeródromo da Maia no dia 6 de Julho daquele ano. Em 1998, embora os treinos tivessem tido início para a preparação da nova época, por razões de ordem vária a patrulha foi desactivada.
Tudo recomeçaria em 2001, quando foi atribuída à Base Aérea de Beja e à Esquadra 103 a responsabilidade de preparar uma demonstração de “performance” em Alpha Jet, para integrar o festival aéreo das comemorações do 50º aniversário da Força Aérea.
O resultado foi o nascimento duma parelha de exibição que representou Portugal nesse festival, apresentando um programa de exibição, constituído por uma sequência de manobras com a duração de 16 minutos e 30 segundos, que recolheu os maiores elogios de todos os que tiveram oportunidade de o presenciar.
Ressurgiu, também, a ideia de levar mais longe aquela exibição, com a intenção de recuperar a acrobacia baixa enquanto exibição, algo tão marcante no passado da Força Aérea e retomar uma actividade que iria preencher o espaço vazio deixado pela Patrulha Acrobática “Asas de Portugal”, embaixadora de Portugal durante mais de uma década.
Organização e Programa de treinos
A Organização prevista para uma actividade desta natureza é apresentada de forma detalhada no Estatuto da Parelha que engloba entre outros aspectos a missão, a organização, os procedimentos, o plano de actividades e o enquadramento na Força Aérea.
A parelha está inserida na Esquadra 103 – “Caracóis”, na Base Aérea de Beja, tendo em termos genéricos a seguinte organização:
- Depende directamente do Comandante de Esquadra (actualmente o MAJ/PILAV José Gaspar) que supervisiona o desenrolar da preparação, garantindo o cumprimento estrito dos mais elevados padrões de segurança;
- É constituída por dois Pilotos Instrutores efectivos, actualmente o CAP/PILAV Rui Romão e o CAP/PILAV Paulo Videira, voluntários para este projecto desde o primeiro momento;
- Prevê o Estatuto que integrem este tipo de actividade um oficial de Relações Públicas, um oficial de Logística, um sargento e uma praça para a área de apoio.
É da responsabilidade do chefe da parelha a definição e apresentação dum programa de treinos rigoroso e seguro para cada época, como o foi para este ano. Para que esse programa seja cumprido e para que seja atingido um nível de proficiência elevado, a parelha dispôs de um período para treinos, adequado aos objectivos propostos. São quatro as fases que compõem o programa, a primeira não é mais do que treino básico de formação em altitude. Os pilotos ficam a conhecer melhor a forma única de voar de cada um.
A segunda fase é constituída por manobras específicas para a sequência final. Algumas das quais foram escolhidas entre as já existentes, outras são completamente novas. Na terceira fase ligam-se as manobras e cria-se a sequência. Em cada treino são efectuadas duas ou três sequências completas e o combustível remanescente é utilizado para resolução de possíveis dificuldades excepcionais. Na quarta e última fase, pelo menos uma vez por semana, o treino é efectuado noutro aeródromo. Consiste no ensaio da sequência final fora da base-mãe, a fim de angariar experiência na escolha de referências, diferentes das utilizadas diariamente na BA11, permitindo aos pilotos a aquisição de traquejo para as exibições oficiais.
Para o ano de 2004 a sequência de exibição escolhida é em tudo muito idêntica à apresentada em 2002, sendo introduzidos alguns ajustamentos que melhoraram o ritmo e diminuíram a espaço da demonstração.
A Parelha na Base Aérea de Beja
No dia-a-dia atarefado de uma Unidade como a BA11, ver acrobacia baixa em formação representa para todos uma golfada de ar fresco. No cumprimento das suas missões de instrução, de treino ou missões operacionais, todos compreendem a importância desta actividade, por isso todos contribuem na coordenação para que a missão se cumpra.
Relevante tem sido a colaboração da Esquadra 301 – “Jaguares” e da sua manutenção Alpha Jet, na forma como garantem a prontidão dos meios necessários, sem reparar se os treinos começam antes da hora normal ou se por motivos meteorológicos têm que ser efectuados depois da hora.
Nos “Caracóis” o entusiasmo é grande. Os dias são curtos para tudo o que há para fazer e consomem-se à volta da Instrução e da melhor forma de ensinar. Mesmo com o intenso ritmo da Esquadra, não passa despercebido o interesse e o orgulho que os Alunos sentem ao presenciarem o trabalho dos seus Instrutores. Ainda que apenas com dois aviões, os pilotos instrutores mais novos sabem que, mais tarde ou mais cedo, a sua vez vai chegar. Tal como noutros países, a rotação de pilotos pelas patrulhas é uma necessidade básica, tendo em conta o desgaste que esta actividade provoca. Mas, independentemente deste factor primordial, há sempre que dar lugar aos mais novos para que, com novas ideias e espírito crítico, possam melhorar e assegurar uma continuidade de excelência.

O Baptismo
De acordo com os objectivos definidos para a parelha procurou-se uma designação ligada à Força Aérea e ainda não utilizada no passado. A “Flying Display Team” de 2002 serviu os seus desígnios, mas não tem lugar na língua portuguesa nem espelha o que se pretende transmitir. Depois de uma vasta pesquisa e de muitas ideias terem sido avançadas, unanimemente escolhemos o nome ”Parelha da Cruz de Cristo”.
A Cruz de Cristo, ostentada nas velas pelas naus, foi o símbolo dos Descobrimentos, época ímpar da nossa história, sendo igualmente a imagem adoptada pela Aeronáutica Militar Portuguesa e depois pela Força Aérea, a partir de 1952, quando se tornou ramo independente, mas acima de tudo é um símbolo que a todos nós pertence e do qual muito nos orgulhamos.
Que este baptismo seja sinónimo de excelência, de fazer bem, para que a Parelha da Cruz de Cristo tal como os Dragões ou os São Jorge, tal como os Asas de Portugal, possa à sua dimensão, representar ao mais alto nível a Força Aérea Portuguesa e o País.
E assim se inicia uma nova época na acrobacia baixa portuguesa em Alpha jet. Vai ser a terceira temporada para os ASAS DE PORTUGAL principiando um novo ciclo na sua curta existência com a reestruturação da equipa. Cumprindo com os elevados requisitos para o cumprimento desta missão os novos elementos não se esquecem da enorme responsabilidade que lhes incide, animados de um elevado espírito de missão, exigência e rigor, procurando ser um exemplo nacional de excelência
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ASAS 2005

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LOCAL
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DATA
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MOTIVO
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Lages - BA4
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21/05/05
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CAD 05 – Community Appreciation Day
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Áustria - Zeltweg
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24/06/05
25/06/05
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Airpower 05
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Aveiro – Praia da Barra
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02/07/05
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53º Aniversário da Força Aérea
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Estoril – Praia do Tamariz
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12/07/05
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Festival de Acrobacia Aérea de Cascais
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Açores – Praia da Vitória
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13/08/05
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Festas da Praia
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República Checa - Brno
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10/09/05
11/09/05
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Czech International Air Festival
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Évora – Aeródromo Municipal
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17/09/05
18/09/05
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Portugal Air Show
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Beja – Parque de Exposições
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08/10/05
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Rural Beja
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Beja – BA11
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25/10/05
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Dia da Unidade
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O Dia de Apreço à Comunidade é um acontecimento patrocinado pela Força Aérea Americana, dedicado aos Terceirenses, sempre com um grande envolvimento da Base Aérea nº4 e da Força Aérea Portuguesa. E este ano não foi diferente, o programa teve uma forte participação da Força Aérea que se fez representar neste evento na Base Aérea das Lajes por aeronaves de diversas Esquadras: Esquadra 711, Albatrozes com o Helicóptero Puma e o CASA C-212 Aviocar; Esquadra 201, Falcões, com dois F-16 em exposição estática; Esquadra 301, Jaguares, com dois Alpha Jet também para exposição estática e a Esquadra 103, Caracóis, com os Asas de Portugal.
A expectativa criada à volta do regresso dos Asas à Ilha tinha sido grande. E foi num dia ameno e com céu limpo, algo não comum nos anos anteriores, excelente para a pratica de acrobacia baixa, que quem esteve presente, pode assistir a 15 minutos de pura magia, para jubilo de todos.

Para a história deste primeiro ano ficam inúmeros momentos que não iremos concerteza esquecer: o regresso dos Asas aos Açores, recebidos com tão calorosa recepção; o primeiro festival internacional que teve lugar entre as montanhas de Zeltweg, na Aústria ou os autógrafos ao público presente no Portugal AirShow, onde o esforço, por maior que seja, é recompensado pela alegria e entusiasmo dos mais novos.
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ASAS 2006
Quando no seio da Esquadra 103, no ano de 2003, elaborámos o primeiro projecto de pintura para aquele que seria o futuro esquema das aeronaves dos Asas de Portugal, estávamos longe de pensar que o caminho percorrido desde então nos guiasse a um resultado final tão brilhante e tão espectacular quanto este a que temos o privilégio de assistir.

BREVE MEMÓRIA DESCRITIVA DO PROJECTO APRESENTADO PELA BRANDIA

Desculpem-nos os mais discretos ou os menos ousados, mas a coragem para inovar, para escolher uma nova aproximação de comunicação, virada para a transmissão de valores basilares, onde se mostram todas as capacidades e profissionalismo dos seus homens, tem sido apanágio da Força Aérea. O novo símbolo dos Asas, em forma de “A”, é apresentado de forma explícita no leme de cauda, aparecendo dissimulado na pintura, quer no extradorso, quer no intradorso, acompanhando as linhas da aeronave. O símbolo não procura substituir o antigo dos Asas, porque simplesmente não o poderá fazer. O antigo emblema faz a ponte entre o passado e o presente, preserva a nossa história e a nossa identidade, enquanto que o novo faz a ponte entre o presente e o futuro, sendo o expoente máximo nesta nova forma de comunicar com os mais novos, de comunicar com o futuro.
A perfeição sempre foi o que de melhor os Asas tiveram e sempre foi aquilo que os distinguiu dos outros. Porque “as acrobacias dos Asas são fruto do seu espírito apaixonado e dedicado, enquanto maneira de estar na vida, e não de um simples “milagre” pontual que acontece durante um voo. Para lá de todas as interrupções da actividade, restrições orçamentais e limitações técnicas ao longo da história dos “Asas de Portugal”, o espírito permaneceu, permitindo retomar com toda a força a sua missão.”
O Espírito nunca aterra.
Asas de todo o Portugal...
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DATA
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LOCAL
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MOTIVO
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26/05/06
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Sintra – BA1
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Abertura Oficial Época
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27/05/06
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Sintra – BA1
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Encontro Nacional de Especialistas
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01/06/06
03/06/06
04/06/06
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Aire 06 - Murcia
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Festival Aéreo Espanhol
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16/06/06
17/06/06
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Leeuwarden Holanda
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RNLAF Open Days 06
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29/06/06
01/07/06
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Esposende
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Comemorações 54º Aniversário FAP
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15/07/06
16/07/06
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Estoril
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Mini Festival Aéreo do Estoril
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21/07/06
23/07/06
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Sanicole Bélgica
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Festival Aéreo de Sanicole - Bélgica
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29/07/06
30/07/06
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Santa Cruz
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Festival Aéreo de Santa Cruz
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08/09/06
09/09/06
10/09/06
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Grenchen – Suiça
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Festival Aéreo da Suiça
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Brochura de 2007 (.pdf)
Para o ano 2007 os objectivos propostos serão acima de tudo a segurança e a continuação de um projecto, em que são enaltecidos os elevados níveis de proficiência e tecnicismo que caracterizam esta arte de voar. Nos voos de treino com uma duração de 1:15 na fase inicial e agora na fase final de preparação entre os 30 e 45 minutos que ambos os pilotos sentem uma enorme liberdade e prazer no voo pois é atingida a máxima simbiose entre a maquina e o piloto. Sendo o produto final uma exibição de cerca de 16 minutos para o “bom tempo” e de cerca de 13 minutos para o “mau tempo” com uma perfeita coordenação e sintonia entre ambos os elementos da formação espelhando o treino e as suas capacidades técnicas.
A equipa de 2007 é constituída por elementos altamente qualificados e voluntários.
Os pilotos são:
#1 Cap/PilAv Sérgio Estrela;
#2 Cap/PilAv Agostinho Rocha;
“Speaker” Ten/PilAv Ricardo Ribeiro.
Supervisor Cap/PilAv Paulo Videira.
Os mecânicos são:
Alf/TMMA Pedro;
1Sar/MMA Ruivo;
1Sar/MMA Guerreiro;
Cadj/MMA Leça;
Cadj/MMA Esperança;
Cadj/MMA Botelho;
1ºCab/MMA Lutas;
1ºCab/MMA Silvestre.”
Tal como aconteceu no passado, a Patrulha Acrobática “Asas de Portugal” tem a sua génese no seio de uma Esquadra de Instrução. Pelas características da Esquadra 103, dos meios que opera e dos profissionais que a integram, foi determinado ser esta a Esquadra adequada para fazer “renascer” de novo os “embaixadores do céu lusitano”.
Todos aqueles que integram os “Asas de Portugal”, desde os Pilotos aos Mecânicos, desde o Pessoal de Apoio ao Operador que filma e regista os treinos e as demonstrações, todos estão motivados em contribuir para o engrandecimento da Força Aérea, animados de um elevado espírito de missão, exigência e rigor, procurando ser um exemplo nacional de excelência. A Patrulha Acrobática “Asas de Portugal” tem a seguinte missão:
- promover junto do grande público, a Força Aérea Portuguesa, transmitindo pelo exemplo, uma imagem de proficiência, profissionalismo e disciplina;
- promover o patriotismo, o orgulho e identidade pública nacional, contribuindo para um melhor reconhecimento e apreciação pública das Forças Armadas e em especial da Força Aérea;
- constituir-se como plataforma de recrutamento e retenção, despertando nos jovens vocações e o interesse por uma carreira militar;
- representar a Força Aérea Portuguesa em importantes manifestações da vida Regional e Nacional;
- representar a Força Aérea Portuguesa nos festivais aeronáuticos internacionais considerados de relevo.
As participações efectuadas na Época de 2007 foram:
16 de Maio apresentação ao CEMFA em Beja;
26 de Maio exibição para comemorar os 30 anos dos ASAS DE PORTUGAL em Beja;
2 de Junho – XXXI encontro nacional da AEFA – BA5;
9 de Junho – Comemorações do Dia de Portugal – Setúbal;
22 de Junho – Midnight Sun Airshow – Kauhava AFB – Finlândia;
30 de Junho – 55º aniversario da FAP – BA11;
15 de Julho – Coimbra Airshow – LPCO;
22 de Julho – 31º International Airshow Sanicole – Bélgica;
29 de Julho – II Festival Aéreo da Cidade de Gijón – Gijón – Espanha;
16 de Setembro no PAS (Portugal Air Show) – Évora;
21 de Outubro em Valência – Espanha;
23 de Outubro fim da época de 2007 em Beja no dia da Unidade – BA11.
ASAS 2008
Brochura de 2008 (.pdf)
O Major Piloto Aviador Paulo Videira é o nº 1 dos ASAS DE PORTUGAL. Nasceu a 27 de Maio de 1971 Singen, Alemanha.
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Ingressou na Academia da Força Aérea em 1990. Efectuou o Curso de Conversão Operacional e foi colocado na Esquadra 301 “Jaguares ” onde permaneceu como Piloto Operacional até ao final de 1999. É Piloto Instrutor e Oficial de Operações da esquadra 103 “Caracóis ”.
Em 2007 desempenhou a função de Supervisor da patrulha acrobática ASAS DE PORTUGAL.
Até à data tem mais de 2300 horas de voo em Alpha-Jet.
O Capitão Piloto Aviador Ricardo Ribeiro é o nº 2 dos ASAS DE PORTUGAL. Nasceu a 18 de Maio de 1979 em Ovar.
O Capitão Piloto Aviador Hugo Baptista é o Coordenador de Voo dos ASAS DE PORTUGAL. Nasceu a 5 de Agosto de 1979 em Lisboa.
Ingressou na Academia da Força Aérea em 1997. Efectuou o Curso de Conversão Operacional e foi colocado na Esquadra 301 “Jaguares ” onde permaneceu como Piloto Operacional até ao início de 2005. Efectou o Curso de F-16 na Tucson ANG, Arizona, EUA. Foi colocado na Esquadra 201 "Falcões" até meados de 2007. Foi colocado na Esquadra 103 "Caracóis" em Abril de 2007. É Piloto Instrutor, Chefe da Secção de Informações e Guerra Electrónica e Oficial de Segurança de Voo da Esquadra.
É o primeiro ano que pertence aos ASAS DE PORTUGAL, como Flight Coordinator da patrulha.
Até à data tem mais de 700 horas de voo em Alpha-Jet.
O Tenente Piloto Aviador é o Speaker dos ASAS DE PORTUGAL. Nasceu a 29 de Dezembro de 1982 em Lisboa.
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Ingressou na Academia da Força Aérea em 2000. Efectuou o Curso de Pilotagem em Vance AFB, Oklahoma, nos EUA, no ano de 2006. Efectuou o Curso de Conversão Operacional e ingressou na Esquadra 103 "Caracóis" . É Piloto Instrutor, Chefe da Secção de Apoio e Mobilidade e da Secção de Publicações na Esquadra 103 "Caracóis".
É o primeiro ano que pertence aos ASAS DE PORTUGAL, como Speaker da patrulha.
Até à data tem mais de 400 horas de voo em Alpha-Jet.










